Cláudia Rodrigues (Deputada Federal – SP)

A fé pertence ao cidadão, não ao Estado.

Cláudia Rodrigues nasceu em 6 de janeiro de 1981. Nordestina de origem, conservadora, cristã e defensora dos valores da direita, acredita que a fé, a família, a liberdade e a responsabilidade são pilares fundamentais de uma sociedade forte, próspera e verdadeiramente justa. Filha de Maria de Fátima, é a terceira entre cinco irmãos. Ainda criança, viveu uma realidade conhecida por milhões de brasileiros que deixam sua terra natal em busca de oportunidades. Sua família saiu de Irecê, na Bahia, e recomeçou a vida em Campinas, no estado de São Paulo, cidade que se tornou seu lar e onde construiu suas raízes.

Casada com Eliseu Leal, é mãe de Ana Luísa e Davi. Como mãe atípica, aprendeu que o amor também significa dedicação, paciência, responsabilidade e luta. Conheceu de perto os desafios enfrentados por famílias que precisam conciliar trabalho, cuidado, educação e futuro, muitas vezes diante de um Estado burocrático e distante de suas necessidades reais. Essa experiência fortaleceu sua sensibilidade e também sua convicção de que a política precisa voltar a olhar para as pessoas como indivíduos, e não apenas como números, estatísticas ou grupos de interesse.
Cristã e membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Cláudia procura transformar em prática os princípios que orientam sua vida, honestidade, responsabilidade, respeito ao próximo, liberdade de consciência e compromisso com a verdade.

Graduou-se em Administração de Empresas, mas encontrou na Enfermagem sua verdadeira vocação. Foi no cuidado com as pessoas, no acolhimento de quem sofre e no contato diário com diferentes realidades que compreendeu ainda mais profundamente o significado de servir. Sua trajetória ganhou uma dimensão pública quando sua irmã, Débora Rodrigues, conhecida nacionalmente como “Débora do Batom”, passou a responder judicialmente pelos acontecimentos de 8 de janeiro de 2023. Desde então, Cláudia passou a atuar ao lado de familiares de investigados e condenados, acompanhando suas dificuldades e defendendo publicamente o devido processo legal, a proporcionalidade das penas, as garantias constitucionais e os direitos fundamentais.

Essa caminhada transformou a indignação em propósito. Cláudia passou a defender com ainda mais firmeza uma ideia simples, mas essencial para qualquer democracia, nenhum cidadão pode depender de sua posição política, religião, origem ou opinião para ter seus direitos respeitados. A lei precisa valer para todos, o Estado precisa conhecer limites e a liberdade não pode existir apenas para quem concorda com aqueles que ocupam o poder. É dessa experiência que nasce sua disposição para a vida pública.

Como pré-candidata a deputada federal pelo estado de São Paulo, pelo Partido Novo, Cláudia Rodrigues apresenta seu nome não apenas com uma história, mas com compromissos claros para um eventual mandato.

Liberdade religiosa e de consciência

  • Cláudia assume o compromisso de defender a liberdade religiosa em sua plenitude, incluindo o direito de professar uma religião, mudar de religião ou não possuir religião alguma, sempre com respeito à liberdade de consciência de cada brasileiro.
  • Isso significa também defender o direito das pessoas de expressarem publicamente sua fé, individual ou coletivamente, sem constrangimento ou discriminação, dentro dos limites estabelecidos pela lei e pelos direitos dos demais cidadãos.
  • Um de seus compromissos será trabalhar pelo respeito ao dia de guarda e às práticas religiosas das diferentes comunidades de fé, buscando soluções que permitam compatibilizar obrigações acadêmicas, profissionais e civis com convicções religiosas sinceras, sem criar privilégios e sem obrigar ninguém a abandonar sua consciência para participar plenamente da sociedade.
  • O Estado deve proteger a liberdade de crença, não escolher no que o cidadão deve acreditar.

Liberdade de expressão

  • Uma democracia não pode existir quando o cidadão tem medo de falar.
  • Cláudia defenderá uma sociedade na qual brasileiros possam manifestar suas opiniões políticas, religiosas e sociais sem perseguição estatal, respeitados os limites definidos pela Constituição e pelas leis.
  • Discordar não pode transformar alguém em inimigo.
  • A liberdade de expressão precisa proteger principalmente aquilo que incomoda, provoca debate e desafia o pensamento dominante, porque opiniões consensuais raramente precisam de proteção.
  • O combate aos abusos deve ocorrer dentro da lei, com regras claras, devido processo legal e direito de defesa, nunca por critérios políticos ou interpretações que mudem de acordo com quem está falando.

Uma nova Constituição para um novo Brasil

  • Cláudia também assume uma bandeira que considera necessária para o futuro institucional do país, abrir um grande debate nacional sobre uma nova Constituição brasileira.
  • A Constituição de 1988 cumpriu um papel histórico fundamental na redemocratização do Brasil. Entretanto, décadas depois, o país convive com um Estado caro, burocrático, excessivamente complexo, conflitos permanentes entre os Poderes, insegurança jurídica e uma estrutura política que muitas vezes parece funcionar melhor para quem vive do sistema do que para quem sustenta o sistema.
  • Defender uma nova Constituição não significa apagar as conquistas democráticas de 1988. Significa discutir como preservá-las e, ao mesmo tempo, construir instituições mais simples, equilibradas e capazes de limitar efetivamente o poder do Estado.
  • Esse debate deve acontecer de maneira democrática, transparente e com ampla participação da sociedade.
  • Uma nova Constituição deve fortalecer a separação entre os Poderes, proteger direitos fundamentais, garantir segurança jurídica, ampliar as liberdades individuais e estabelecer limites claros para aqueles que exercem o poder.
  • O cidadão deve voltar a ser o centro da República.

Liberdade política plena

  • Cláudia acredita também que a democracia brasileira precisa confiar mais no cidadão.
  • Por isso, defenderá o debate sobre mecanismos capazes de ampliar a liberdade política e a participação popular, reduzindo a distância entre representantes e representados.
  • O brasileiro deve ter mais liberdade para escolher quem o representa, participar das decisões públicas, fiscalizar seus representantes, organizar movimentos políticos e questionar aqueles que exercem o poder.
  • Partidos são instrumentos da democracia, não proprietários da vontade popular.
  • A política precisa voltar a pertencer às pessoas.

Um mandato para servir, não para ser servido

  • Cláudia Rodrigues acredita que ocupar um cargo público não transforma ninguém em autoridade sobre a sociedade. Ao contrário, aumenta sua responsabilidade diante dela.
  • Seu compromisso será fiscalizar o uso do dinheiro público, combater privilégios, defender transparência, responsabilidade fiscal e igualdade perante a lei.
  • Quem trabalha, empreende, cria seus filhos, paga impostos e sustenta este país precisa encontrar no Estado um garantidor de direitos, não um obstáculo permanente.
  • Sua história não nasceu nos corredores de Brasília, e sim no Nordeste, ganhou raízes em São Paulo e foi construída no trabalho, na maternidade, na fé, no cuidado com as pessoas e na experiência concreta de lutar por aquilo em que acredita.
  • É essa trajetória que Cláudia pretende levar para a Câmara dos Deputados.
  • Uma mulher que conhece a realidade das famílias brasileiras e acredita que política não deve significar submissão ao poder, mas coragem para limitá-lo.
  • Seu compromisso pode ser resumido em princípios que atravessam toda a sua história: fé com liberdade, família com proteção, justiça sem dois pesos e duas medidas, política com responsabilidade e um Estado que respeite o cidadão.
  • Porque um Brasil verdadeiramente democrático não precisa de cidadãos obedientes ao poder.
  • Precisa de cidadãos livres.

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